A NOSSA HISTÓRIA
Do sal, da serra e dos pequenos rituais.
ENTRE A SERRA E O MAR
De Pesqueira à Serra da Estrela
A história do Sal da Serra começa muito antes da Serra da Estrela. Começa em Pesqueira, na serra pernambucana do Brasil, e atravessa uma vida inteira vivida entre a serra e o mar.
Do mar, a Marívia trouxe o sal — a essência da praia e da água, presente no suor, na lágrima, no sangue. Quando se mudou para Portugal, escolheu viver na Serra da Estrela, onde o ar chega numa linha directa do mar, vindo de Aveiro. O sal que está no mar está aqui também, através do ar.
Assim nasceu o nome: Sal da Serra.
“Quero partilhar a minha energia, a minha vibração de alegria e felicidade — essa busca humana por uma energia mais elevada.”
Marívia, fundadora do Sal da Serra
Vinte anos de sais, ervas e intenção
Há cerca de vinte anos que a Marívia mistura sais com ervas e essências, criando escalda-pés e sais de banho. O que começou como um gesto pessoal — reparou que um simples pote de sal mudava a atmosfera de uma casa — foi-se tornando um ofício.
Para ela, trabalhar o sal é uma forma de aterramento: um momento de presença total, em que a mente criativa assenta, respira e volta ao essencial. É essa a experiência que quer partilhar com quem usa os seus produtos.
Como criamos
Cada mistura é feita à mão, em pequenos lotes, com sal, ervas, aromas e intenção. No processo criativo da Marívia entram práticas que estuda há anos — cromoterapia, sons e frequências, mantras e rituais de energização — e ingredientes escolhidos um a um: pétalas de hibisco e calêndula, camomila, alecrim, hortelã, lavanda, canela e anis-estrelado.
Da Serra da Estrela vêm novas criações: sais com elementos recolhidos na própria serra, como o alecrim e o zimbro, e uma futura linha inspirada nos cinco elementos.
A serra dentro de casa
Além dos sais, a Marívia cria esculturas e terrários a que chama “âncoras vivas”: composições de sal, pedras, musgos, sementes e madeiras recolhidas na serra.
Cada peça recria, em miniatura, a paisagem da Serra da Estrela — o granito, o céu azul, o sal como neve. Nenhuma é igual a outra: nascem do que a serra oferece em cada estação.
São objectos para pousar num canto da casa e olhar devagar. Um pedaço de serra que convida a parar, respirar e voltar ao essencial.
Mais do que sais, criamos convites para abrandar.
